sábado, 24 de dezembro de 2016

A parentela de João Pereira da Silva: o "João Alexandre", de Cabeceiras do Piauí

        É através dos rastros deixados pela memória e a utilização da ferramenta da história oral que esse escrito se torna possível, as fontes escritas não se fazem presente. É a memória de um homem, talvez o primeiro, se não um dos primeiros, a povoarem as terras chamadas de "canto do boi", atualmente município de Cabeceiras, Piauí- Brasil. Esse homem é chamado de João Alexandre- nome de batismo- João Pereira da Silva natural de Cascavel- CE, no dia 6 de Novembro de 1901. João Pereira tinha como atividade econômica a lida com a terra e comercialização de víveres nas regiões de Barras, Batalha e circunvizinhança. 
         Conhecido como Alexandre, nome herdado de seu pai, João Pereira teve uma vida amorosa cumprida e numerosa quantidades de filhos e filhas. Seu primeiro casamento se deu com Maria Rosa de Melo, do qual gerou: Valdec, Almir, Constantino, Floriano, Levi, Antônia e Raimunda. Já seu casamento com Salustiana Batista da Silva teve 5 filhos: Maria Batista, Francisco- (Chico Salu), Deuselina,Maria dos Remédios e Zelina.
     Com sua terceira mulher, Josefa Rosa de Melo teve 5 filhos: Maria de Nazaré, Genesio, Totá, Agenor e Angélica.
        Possivelmente, não houve casamento a partir de Josefa Rosa de Melo, que era irmã de Maria Rosa de Melo, além de bigamia ser proibido. 
     João Pereira da Silva, o "João Alexandre", por ironia do destino morre em seu Estado natal, na cidade de Sobral, Ceará, em uma viagem de pagamento de promessa, possivelmente para Juazeiro no Ceará. Sua parentela no tempo presente é numerosíssima, com novos ajuntamentos de famílias diferentes, Lira, Inês, Pereira, Costa. Até hoje, a alcunha de Alexandre resiste ao tempo aos descendentes de João Alexandre, tendo destaque o nome de Elenita Alexandre, que se elegem vereadora de Cabeceiras e trás a Câmara municipal desse município mais de 100 anos de história.

                                        FONTE: Raimunda Alexandre, 2013. Entrevista autorizada, concedida para Pedro Thiago Melo. 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Tudo que é humilde é melhor

      A nova localização da igreja internacional Filadélfia, pastorada por Fidelis e sua mulher Andressa Melo, fica no bairro Renascença 1, tem uma "Q" a mais, na minha opinião. Qual "Q" tem a nova igreja? A GEOGRAFIA! Subtraindo as agruras de ir a um local mais distante, a geografia interna permite um contato bem mais fraternal para os crentes,  ironicamente e/ou não fazendo jus a palavra Filadélfia, que significa amor fraternal.
     Como o interior da nova igreja é bem mais pequeno, QUASE que obriga a um envolvimento maior de todos, pois todos se cruzam com bem mais facilidade. Nada de pomposo, a não ser a palavra de Deus, fica uma sensação de aconchego e um ambiente familiar, eis aí o porquê de tudo que é humilde é bem melhor.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Uma crítica aos marxistas

     Todos tem o direito de se filiar à ideologia que bem lhe agradar! Ah, e como é linda, em certas posições, querer destruir o capitalismo. Como se amolda com o espírito inconformista e rebelde, na boa acepção da palavra. Negar a grande contribuição discursiva, e outras, do marxismo é cometer um erro histórico, Como a ideologia antípoda do capitalismo serviu para este melhorar, com o chamado estado de bem estar-social.
     Entretanto como nem tudo é flores, lá vem a minha crítica. Em Os BESTIALIZADOS de José Murilo de Carvalho, o arguto historiador contradiz um olhar elitista de Aristides Lobo, intelectual francês, que afirma: " o povo assistiu tudo bestializado" referindo-se a proclamação da república. É carregado de SUBESTIMAÇÃO,  e porque não preconceito se arvorar de um discurso onde prega que o povo não sabe votar ou que é DETERMINADO, leia-se determinado e não influência, por um sistema CAPITALISTA. O povo faz parte dele e como barganha...
     Tirar o poder de arbítrio do individuo, é negar um grande bem do liberalismo, a LIBERDADE. Colocar o povo com vítima de um sistema cruel, é anular o poder da individualidade, as artes de fazer (parafraseando Certeau) do povo. O povo não é bestializado, é BILONTRA!!!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Nem só de pão vive o homem: festejo de Cabeceiras do Piauí

     Leio esta passagem da bíblia, nem só de pão vive o homem. E utilizando a tática, na acepção de Michel de Certeau, vejo uma frase que é antípoda do materialismo. Mas é bom, a título de informação, vê o valor do pão, neste caso: os festejos de Cabeceiras- PI.
     Eu não sou contra de maneira alguma o patrocínio do Estado para com festas, apesar de alguns falarem: É burrice, pois se deve investir tais gastos em setores fundamentais, educação, saúde. As festas melhoram a auto estima dos munícipes e, que não me batam os teóricos, aflora o sentido de identidade, pertencimento. Mas vamos aos números:emenda Parlamentar do Excelentíssimo Senhor Deputado Zé Santana, com o valor de R$ 55.000,00 (Cinquenta e Cinco Mil Reais) e R$ 25.000,00 (Vinte e Cinco Mil Reais) para os FESTEJOS em Cabeceiras.
   
    Nem só de pão vive o homem, mas o pão tem tem preço e não tem preço o valor subjetivo, o divertimento do povo das agruras do dia-a-dia.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Uma introdução para se discutir sistema eleitoral no Brasil


Se existe uma discussão tênue é no que se refere ao sistema eleitoral.  Algumas questões introdutórias para aguçar o debate: Mais de 70% da população brasileira é a favor da redução da maioridade penal; e por quê o Congresso é contra? Os eleitos não representam o interesse da maioria? O que fica evidente é um fosso entre governantes e governados.
Aí se discute: Será que as eleições atuais, ou seja, o sistema eleitoral, oferece representatividade a opinião pública?
Olhando para o passado, a tão sonhada soberania popular foi fruto de muito sangue, olhai a batalha do Jenipapo em Campo Maior-PI. Desde a queda de Napoleão, o Velho Regime cai em crise. A filosofia iluminista entra em cena e encontra um panorama histórico propício. 
O historiador Oliveira Viana, lido por Mão Santa, assevera em sua obra O ocaso do Império: “Só nos países de opinião organizada é que o sistema eleitoral pode ser um meio eficaz de sondagem de opinião do povo; não num país como o nosso. Falta-nos espírito público. Falta-nos organizações de classes. Falta-nos liberdade civil”. Fala mais: “A vida política sempre foi coisa de uma minoria. O grosso do povo nunca teve espírito público, nem consciência política”.

Houve várias tentativas VISANDO melhorar o sistema eleitoral brasileiro. Para acabarem as fraudes eleitorais, foi posta a Lei Saraiva- 1881- reforma eleitoral levada por Rui Barbosa- voto aos analfabetos e eleições diretas. Neste ínterim, pela primeira vez o governo fora derrotado. Enfim, pensava-se que o sistema eleitoral seria profícuo. Hoje, a chamada mini reforma também pensa em mudar o sistema eleitora com financiamentos para partidos e não para candidatos; teto máximo de 20 milhões.  Enfim, segue a tentativa do nosso país ter um sistema político eficaz. 

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Um barrense ilustre: Lucílio de Alburquerque

     A terra dos governadores, Barras do Piauí, nome devido os sucessivos governadores barrenses: João de Deus Moreira de Carvalho, Gregório Taumaturgo de Azevedo, Coriolano de Carvalho e Silva, Raimundo Artur de Vasconcelos, Matias Olímpio de Melo e Leônidas Melo, tem um personagem não muito conhecido, mas nenhum pouco menos importante, Lucílio de Albuquerque. Nascido em 1877, se destaca nas artes, desistindo do curso de Direito na Faculdade de Direito de São Paulo e entra de cabeça em 1896 na Escola Nacional de Belas-Artes, sediada no Rio de Janeiro.
      
O despertar do Ícaro
(Homenagem a Santos Dumont)
     Foi premiado e viajou para a Europa, onde aprimorou mais o seu ofício. Seu prestígio foi enorme, reconhecido com o cargo de professor na mesma escola do qual foi aluno, chegando a ser o maestro de jovens de peso como Cândido Portinari.
     É de grande júbilo pelo menos citar e relembrar este grande ilustre barrense, que merece ser mais conhecido e sua obra ser mais divulgada.

 ABAIXO, MAIS OBRAS DE LUCÍLIO







Uma centelha e uma expansão: a força do perdão

     Ouvi, nesta semana, uma frase na SEMEC. Era, " Mãe só serve pra perdoa". Pelo contexto, vi que se tratava de sua relação com seus filhos e lembrei de outra frase que ouvi há alguns anos, " Mãe é um poço sem fundo de Perdão". Palavras sábias e que mostram a grandiosidade do ato de SER mãe. O perdão é o mais sublime ato do ser humano, logicamente que estou calçado na moral cristã, esta que permeia todos preceitos morais de nossa civilização. A capacidade de perdoar, é até bom pra saúde. Quem perdoa é mais feliz e a vida se torna menos pesada.
   
     O maior EXEMPLO de perdão é o nazareno Jesus. Um exemplo de homem e de bondade. Perdoar é ter a coragem de ser, para os mais duros, idiotas. É lógico que todos esperam de pessoas que se dizem cristã práticas de perdão e outras posturas. Não que a "igreja" seja lugar de santos, lógico que não é, mas NUNCA pode ser uma casa de canalhas consagrados. Então, aprofundo ainda mais os ditos anteriores relacionados às posturas das mães, todos servem para perdoar e todo mundo é um poço sem fundo de perdão.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Eleição: Manumissão do povo?

     Tal qual os tempos odiosos da escravidão, mas guardadas as devidas proporções, os munícipes irão para as urnas este ano para se livrarem do julgo dos  maus gestores ou oferecer continuidade dos bons através da reeleição. É o ponto ápice da democracia, porém é apenas parte dela, uma vez que a conduta cívica exige postura ética no dia-a-dia. 
     É um grande erro achar que o processo eleitoral é a manumissão do povo, sua carta de alforria. Desde a boa análise do voto, a participação no decorrer da gestão pública até uma postura cidadã fazem parte de um programa sistêmico em pró de uma cidade melhor.  
     Neste sentido, os imediatista erram ao jogar todo os problemas na gestão pública no limiar da votação, eleição. É necessário percebemos que um país melhor se faz na lida do cotidiano, que vai desde NÃO ultrapassar um sinal vermelho.









quarta-feira, 22 de junho de 2016

Política e curso superior

    Hoje, em entrevista, o doutor Pessoa, pré candidato a prefeitura de Teresina pelo PSD, falou dos ataques que sofre devido a sua falta de eloquência na fala. O que causa questionamentos, tal como: se o mesmo tem curso superior e se tem preparo para ser prefeito de Teresina. 
Dr Pessoa
    Alguns questionamentos surgem a partir destes ataques. 1- Até que ponto ter curso superior garante alguém se um bom gestor? Qual a melhor forma de representação política?
     Os gregos da antiguidade, desiludidos com a forma de se administrar as nascentes pólis, resignavam-se em estudar qual a melhor forma de governo para se obter a felicidade da comunidade. Nos restringiremos apenas em uma forma de pensar a política à época, a de Aristóteles. 
    Aristóteles pregava uma forma de governo em que restringia a participação de todos, pois a democracia não era bem vista, pelo menos no sentido de sufrágio que a mesma tem hoje.
   A capacidade de ser um bom gestor, pela experiência empírica, é muito mais que ter conhecimento cognitivo, é o sentimento inato a todos todos os seres humanos:  amor ao seu próximo. É a partir daí, que se tem um bom gestor.  

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Morte do advogado Kelson Feitosa e a cordialidade

     Apesar do tumulto da precipitação das notícias sobre o assassinato do advogado Kelson Feitosa, uma das possíveis possibilidades do motivo de sua morte, além da maldade, foi o exercício de seu ofício, a advocacia.
    A cordialidade do brasileiro é tamanha e já é petra cantada pôr vários estudiosos da psiquê de nosso povo. As confusões por questões políticas ou questões bem pessoais em facebook, que causam bloqueios e exclusões, mostra à incapacidade do brasileiro de levar algumas questões apenas no plano das ideias, o velho conceito de Platão. Ressaltadas e guardadas as devidas proporções, a morte do advogado Kelson é bem característica desta passionalidade brasileira. Sabe-se que uma das razões para a SEM razão ceifa de sua vida foi o exercício de sua profissão em um causo do tio do assassino, senhor Veloso.
Kelson Feitosa
      


     Esta versão da cordialidade brasileira é mais que um maleficio aos  preceitos da probidade administrativa, pois a cordialidade gera a corrupção. A cordialidade faz com que até levemos, quando mal intencionados e criminosamente, os preceito da advocacia que é fundamental para o pleno exercício do Estado de Direito ao ódio.
     Uma versão maléfica da cordialidade que tirou a vida de Kelson e enlutou as cidades de Barras, Cabeceiras e região. 

domingo, 12 de junho de 2016

Namoramos o livro

     Hoje, 12 de Junho, é o chamado dia dos namorados. E, para os solteiros, não há o amargo de não ter nada, tem o LIVRO, tem o SALIPI- Salão do livro do Piauí.
     A leitura é porto seguro hoje e sempre, seja nos dias dos namorados, seja para os solteiros.
     O "Salão do Livro do Piauí – SALIPI, realizado anualmente desde 2003, é o principal evento da Fundação Quixote e integra o circuito cultural das principais Feiras e Bienais de Livros do Brasil. O evento acontece sempre no mês de junho em Teresina e tem duração de uma semana.O Salão do Livro do Piauí – SALIPI, realizado anualmente desde 2003, é o principal evento da Fundação Quixote e integra o circuito cultural das principais Feiras e Bienais de Livros do Brasil. O evento acontece sempre no mês de junho em Teresina e tem duração de uma semana". Encontro e opção de hoje para solteiro e para os namorados, para todos. 
     Para todos, serve o dito: namoramos o livro.

sábado, 11 de junho de 2016

Quando o bom senso falta

     Vivemos na democracia, apanágio das liberdades e da participação social. A CF (Constituição Federal) assevera: todo poder emana do povo, direta ou indiretamente. A lei que normatiza a participação popular na administração é uma vitória para com as aspirações populares de se vê diretamente na gestão. Na gestão pública que não prevalece a participação do povo, no mínimo falta BOM SENSO.
     Na Grécia antiga, apenas alguns cidadãos tinham direito de participar da gestão das cidades gregas, pólis. Estes iam as praças, ágoras, e opinavam diretamente sobre os rumos de seu torrão.

Ágora da Grécia Antiga
     Impossível, no atual panorama histórico, reviver as ágoras gregas, da antiguidade. Porém, urgem-se medidas de uma participação do povo na gestão pública  A lei de Processo Administrativo Federal de 1999 traz mecanismos de participação popular, sobretudo em problemas fulcrais da cidade, que geram polêmica. Esta lei, torna-se uma espécie de normatizador geral, da administração pública.
Açude de CABECEIRAS DO PIAUÍ que está sendo tapada sua visão por muro



Consulta e à Audiência popular é a forma prevista na lei de Processo Administrativo Federal de 1999 de inserir o povo na administração de uma cidade. Passando pela cidade de Cabeceiras do Piauí, vemos a falta da participação popular em obra que causa revolta para seus moradores. A total falta de organização e bom senso faz com que se gaste dinheiro público em obra que enfeia a cidade, ao tirar visão de um açude que é quase simbolo da urbe, pois como o próprio nome da cidade denúncia, CABECEIRAS é lugar de muita água.
      A falta de bom senso e de tino com a administração democrática, no sentido de chamar o povo a dá sua opinião sobre obras polêmicas, faz imperar A FALTA de bom senso.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Uma mulher dentro de nós

     Costumo dizer que a mulher é diferente e muito superior aos homens. A analogia de ser feita a partir da costela de Adão, é apenas pra referendar o escrito, eis carne da minha carne. Prova desta grandeza das mulheres, queria me deter em duas, Amélia Beviláqua e Nerina Castelo Branco; duas piauienses da maior extirpe que dão embargo para dizer que todos temos uma mulher dentro de nós.
    
Amélia Beviláqua

     Amélia Beviláqua não é a sombra do grande intelectual Clóvis Beviláqua, tem luz própria que candeia por todos os lados. Amélia se engradece pela sua pena devotada as mais belas artes que esta pode fazer. A grandiosidade dessa grande patrícia é tal que foi cotada para ser membro da Academia Brasileira de Letras, não sendo admitida por ser mulher. Os piauienses nomeiam, Amélia como imortal da APL (Academia Piauiense de Letras) e de alguma forma corrigem este erro da ABL. 
Nerina Castelo Branco

    Nerina Castelo Branco é tributária de um período em que as mulheres piauienses ganhavam cada vez mais espaços, as mulheres que se formavam e conquistavam espaços para além do âmbito doméstico. É a partir do século XX que as mulheres tem acesso as instituições de nível superior no Piauí, processo que se acelera no decorrer dos anos e que faz com que elas hoje sejam, em alguns cursos, quiçá a grande maioria dos discentes de nível superior. Nerina é agraciada com a posse de uma cadeira na APL e 1966, sendo a segunda mulher que toma posse neste sodalício.
     São duas mulheres, que fazem todos horarem-se com UMA mulher dentro de NÓS.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Barras e Cabeceiras, uma e duas histórias do meu Piauí

      É o mal, ou o bem, pelo qual passa os historiadores que buscam às origens. E buscar a "gênesis" torna a escrita de uma história operosa, a feitura um sem destino. Porém, a própria concatenação da fala impõe um início e uma coordenação racional, a velha lógica causa e consequência. Vou ficar com o "meio termo", vou ficar com o equilíbrio, vou me eximir da dicotomia e seu maniqueísmo. Como bem denuncia o título do texto, digo: Barras, cidade do norte do Piauí, é o que chamo de "origem" de Cabeceiras do Piauí, assim as duas cidades formam UMA história. Barras é a mãe, Cabeceiras a filha. Mas, as duas se separam, quebra-se simbiose. Daí, começa-se duas histórias, pois cada uma tem sua especificidades, sua identidade. Percebe-se que tudo depende do olhar, do qual me faz ver uma história ou duas.
    Sem serem antagônicas, mas não idênticas, Cabeceiras é forjada em um contexto histórico que a favorece, república e desenvolvimento. Vamos aos dados: 
  • 1991- Jesualdo Calvacanti encaminha projeto de lei para a criação da cidade de cabeceiras,
  • 1992- ALEP (Assembleia Legislativa do Piauí) autoriza plebiscito. A população do povoado "Cabeceiras", nome devido a região, está em volta de cabeceira de riachos, como o seu principal, riacho Santo Antônio, vai ao Colégio Venância Lages e diz SIM para a emancipação político-administrativa  no 19 dias do mês de abril, de 1992.


      Somente em 1 de Janeiro de 1993 é instalada a nova cidade, tendo como seu prefeito José de Ozires. Este que foi presidente da Câmara dos Vereadores de Barras e que lutou para a emancipação política de Cabeceiras, juntamente com o apoio de Juracy Leite, Deputado Estadual. 
      Uma história e duas história, esta são as cidades de Barras e Cabeceiras.