sexta-feira, 15 de julho de 2016

Eleição: Manumissão do povo?

     Tal qual os tempos odiosos da escravidão, mas guardadas as devidas proporções, os munícipes irão para as urnas este ano para se livrarem do julgo dos  maus gestores ou oferecer continuidade dos bons através da reeleição. É o ponto ápice da democracia, porém é apenas parte dela, uma vez que a conduta cívica exige postura ética no dia-a-dia. 
     É um grande erro achar que o processo eleitoral é a manumissão do povo, sua carta de alforria. Desde a boa análise do voto, a participação no decorrer da gestão pública até uma postura cidadã fazem parte de um programa sistêmico em pró de uma cidade melhor.  
     Neste sentido, os imediatista erram ao jogar todo os problemas na gestão pública no limiar da votação, eleição. É necessário percebemos que um país melhor se faz na lida do cotidiano, que vai desde NÃO ultrapassar um sinal vermelho.









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