segunda-feira, 13 de junho de 2016

Morte do advogado Kelson Feitosa e a cordialidade

     Apesar do tumulto da precipitação das notícias sobre o assassinato do advogado Kelson Feitosa, uma das possíveis possibilidades do motivo de sua morte, além da maldade, foi o exercício de seu ofício, a advocacia.
    A cordialidade do brasileiro é tamanha e já é petra cantada pôr vários estudiosos da psiquê de nosso povo. As confusões por questões políticas ou questões bem pessoais em facebook, que causam bloqueios e exclusões, mostra à incapacidade do brasileiro de levar algumas questões apenas no plano das ideias, o velho conceito de Platão. Ressaltadas e guardadas as devidas proporções, a morte do advogado Kelson é bem característica desta passionalidade brasileira. Sabe-se que uma das razões para a SEM razão ceifa de sua vida foi o exercício de sua profissão em um causo do tio do assassino, senhor Veloso.
Kelson Feitosa
      


     Esta versão da cordialidade brasileira é mais que um maleficio aos  preceitos da probidade administrativa, pois a cordialidade gera a corrupção. A cordialidade faz com que até levemos, quando mal intencionados e criminosamente, os preceito da advocacia que é fundamental para o pleno exercício do Estado de Direito ao ódio.
     Uma versão maléfica da cordialidade que tirou a vida de Kelson e enlutou as cidades de Barras, Cabeceiras e região. 

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